quinta-feira, 21 de novembro de 2013

A IMPORTÂNCIA DO PERDÃO


Em seu conhecido livro "Você Pode Curar Sua Vida" (ed. Best Seller), a escritora e conferencista americana Louise L. Hay, pioneira na defesa da tese de que manter padrões mentais negativos cria doenças, ressalta a importância de perdoarmos aos outros e a nós mesmos por erros e fracassos do passado. Para ela, ressentimento, crítica e culpa são os padrões mentais mais prejudiciais à saúde.
"Muitas pessoas me dizem que não podem desfrutar do presente por conta de algo que aconteceu no passado. O que frequentemente nos recusamos a perceber é que nos manter presos ao passado - não importa qual tenha sido e por mais horrível que tenha sido - só nos magoa. O passado é passado e não pode ser mudado. O único instante que podemos vivenciar é o presente", diz.
Para Louise, o ato de perdoar nos liberta do passado. "Aprendi que, quando estamos empacados num certo ponto, precisamos perdoar mais. Pesar, tristeza, mágoa, medo, culpa, raiva, ressentimento ou desejo de vingança, cada um desses estados vem de um espaço onde não houve perdão, de uma recusa em desprender-se das emoções e vir para o momento presente. O amor leva ao perdão e o perdão dissolve o ressentimento", explica a escritora.


Segundo Pritchett, a gratidão e o perdão nos mudam por dentro. Eles asseguram para nós um futuro com mais otimismo. "As pesquisas comprovam o valor terapêutico do perdão. Trata-se de um comportamento adaptado que beneficia tanto a nossa saúde física como nosso bem-estar psicológico", escreve.
Isso não significa que vamos deixar de ficar tristes ou com raiva quando algo ruim nos acontecer. A questão é por quanto tempo vamos nos apegar a esses sentimentos. Podemos nos irritar por meia hora, ou arrastar o nervosismo até o túmulo. As emoções negativas, explica o autor, envenenam nosso mundo interior, enquanto o perdão tem uma ação purificante. "A escuridão dos pensamentos negativos não pode sobreviver sob a luz brilhante do perdão e da gratidão", constata.
"Se as coisas não estão como gostaria, em vez de se lamentar, dizendo que não há saída, transforme sua vida e adote novos comportamentos. De nada adianta se culpar ou culpar os outros", diz Cida Lessa, psicanalista.
O principal motivo do perdão é que sem ele a vida em comunidade não seria possível, pois cada ofensa geraria uma inimizade. O perdão não é apenas uma atitude, é uma qualidade necessária à elevação dos espíritos, como demonstram várias áreas do pensamento humano que já se debruçaram sobre ele, como a filosofia, a psicologia e a religião. Comece a praticá-lo e viva melhor!

                                                                                                                       Fonte: Você S/A

Dias de paz e perdão!

Maria Clara Melotto
&
Jeane Godoy