quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

A saúde e a natureza
     As propriedades das plantas medicinais podem ser aproveitadas em preparações caseiras das mais diversas,  sendo que a forma mais conhecida  é  através dos chás.
    Cientificamente   muitas plantas  tem seu valor comprovado e felizmente, aos poucos, essa sabedoria milenar volta a ocupar lugar de destaque na área da saúde. Se corretamente escolhidos, de acordo com cada enfermidade  e principalmente dosados e preparados, os chás não causam efeitos colaterais e podem auxilar na recuperação do bem estar físico e mental.
     Aos poucos as ervas voltam a ganhar espaço merecido e  a receber olhares de carinho e admiração pelo bem que fazem.
     Pesquisas sérias apontam o valor incalculável de determinadas espécies como aliadas na cura e prevenção de doenças. É o caso, por exemplo, do Ipê Roxo, estudado por anos, pelo professor Walter Radamés Acorssi, em Piracicaba, e aplicado, com sucesso, nos cuidados contra o câncer.
      Plantas  e ervas medicinais sem uso de agrotóxico vem sendo, literalmente, a salvação da lavoura pra muita gente. Prova disso é que o Governo autorizou uma lista com mais de 70 espécies para que sejam usadas no SUS. A relação inclui plantas nativas que já são tradicionalmente usadas pela população com fins terapêuticos. Foram selecionadas plantas com potencial para serem utilizadas no combate a inflamações, hipertensão, infecções na garganta, úlceras, aftas, vermes, diarréia, osteoporose, sintomas da menopausa e do diabetes, entre outros problemas de saúde. Entre elas, estão produtos como a babosa, usada no combate à caspa e à calvície, camomila (para dermatites), alho (anti- inflamatório), caju (cicatrizante), abacaxi (para secreções), carqueja (para problemas estomacais), pitanga (para diarréia) e soja (para sintomas da menopausa e da osteoporose)”.
 
                                                        
     Existem muitas linhas de tratamento e pesquisas que utilizam as plantas no exercício do cuidar.
      Um desses estudos descobriu, por exemplo, que há variedades que são melhor aproveitadas pelo organismo em determinadas horas do dia. O "relógio do corpo humano" pode indicar o tipo de chá específico para cada órgão e a melhor hora de consumi-lo. O relógio consiste em uma plantação circular dividida em triângulos .Em cada um deles, são cultivadas as plantas ideais para cada parte do organismo e indicados os horários em que as propriedades medicinais da planta são melhor absorvidas.
    O estudo é do Centro Agrícola Demonstrativo de Porto Alegre. Segundo o relógio, alcachofra e carqueja agem melhor no organismo entre 1h e 3h da madrugada, quando o fígado desenvolve atividade mais intensa. Das 3h às 5h é o horário do pulmão. São indicados os chás de pulmonara e violeta-de-jardim. Para o instestino grosso, o ideal é o consumo, entre 5h e 7h da manhã, de chás de tansagem e ora-pro-nóbis - planta nativa da América do Sul conhecida também como "pão de pobre". Chás de boldo brasileiro e manjericão fazem bem para o estômago, especialmente entre 7h e 9h. Pariparoba e alho poró estimulam o funcionamento do baço e do pâncreas das 9h às 11h. O horário do coração vai das 11h às 13h e indica os chás de alecrim e fáfia - também conhecida como ginsen brasileiro. O intestino delgado tem maior atividade entre 13h e 15h, período em que os chás de funcho, mil-em-ramas e alho nirale podem ajudar de forma mais efetiva na digestão. Para a bexiga, indica-se o consumo de chá de cavalinha, entre 15h e 17h. Das 19h às 21h é hora da circulação e dos órgãos sexuais, com os chás de pimenta, hortelã e melissa. O período de atividade intensa do rim é das 17h às 19h, que pode ser beneficiado com chá de folhas de pata-de-vaca, carquejinha e quebra-pedra. Sálvia e orégano vão bem das 21h às 23 para os sistemas excretor, respiratório e digestivo. Chás de bardana e losna ajudam no funcionamento da vesícula biliar, em especial das 23h à 1h da madrugada. Não devemos substituir os cuidados médicos mas podemos potencializar os efeitos de recuperação quando juntamos a ciência com a natureza. O resultado dessa parceria quem ganha é o corpo que  começa a redescobrir o caminho do equilíbrio. O Espaço Tempo de Cura, entre outras terapias, oferece tratamentos que incluem plantas medicinais.
Espaço Tempo de Cura 
                                                     Maria Clara Melotto – (19) 97516760
                                                                                    &
                                                          Jeane Godoy – (19) 97696175

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013


O QUE É TERAPIA DE REGRESSÃO

 

Dentro das Técnicas que utilizamos em nosso Consultório a Terapia de Regressão é uma terapia utilizada para promover o desligamento de fatos traumáticos do passado que ainda estejam nos afetando, geralmente de encarnações passadas.

Além de ajudarmos as nos conhecermos melhor, através da abordagem Terapêutica e Psicoterapêutica fundamentada no acesso a conteúdos que transcendem a memória comum, direcionando foco para o inconsciente, no qual estão registrados fatos traumáticos, medos, desafetos, crenças, sentimentos.

A recordação e a revivencia de situações traumáticas do ponto de vista emocional , físico , ou mais comumente de ambos promovem o desligamento e  o esvaziamento dessas cargas passadas, que ainda carregávamos por estarmos sintonizados lá, e portanto, ainda estavam nos influenciando.

Não é difícil ser um participante dessas questões: é só querer colocar-se a disposição e procurar curar as suas imperfeições, para viver mais e com maior qualidade de vida, além de proporcionar uma Evolução e um entendimento maior de seu papel nesta vida!

Amorosamente

 

Jeane Godoy (19) 9769-6175

 

Maria Clara Melotto (19) 9751-6760

 

Espaço Tempo de Cura